Enunciado
Para determinada teoria, criticada por não conseguir explicar a culpa inconsciente, a culpabilidade deve abordar os elementos subjetivos dolo e culpa, sendo a imputabilidade pressuposto para sua análise. Nessa perspectiva, a culpabilidade retira o seu fundamento do aspecto psicológico do agente. Nesse sentido, é a relação subjetiva entre o fato e o seu autor que toma relevância, pois a culpabilidade reside nela. O texto precedente refere-se à teoria
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Gabarito: D
causal naturalista ou psicológica. A teoria psicológica da culpabilidade, ligada ao sistema clássico (causal-naturalista), define a culpabilidade como o nexo psicológico (dolo ou culpa) entre o agente e o fato, sendo criticada por não explicar a culpa inconsciente, na qual esse vínculo psíquico inexiste.
Base legal: Doutrina de Direito Penal (Teoria do Delito / Evolução Histórica da Culpabilidade - Franz von Liszt, Ernst von Beling)
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